Esta
palavra, que reflete um estado de aprendizado profundamente individual
do ser humano e que, até bem pouco tempo era ignorada no
mundo dos negócios, agora passa a ser uma característica
fundamental do novo homem.
Aquele
indivíduo, pressionado pelas externalidades do mundo de
decisões que habita e sob o stress dos males das
cidades grandes (tráfego, insegurança, etc) não
consegue encontrar o seu eixo, o seu equilíbrio interior
e perde sua capacidade intuitiva na busca de posições
criativas e inovadoras para os seus negócios.
Os
mercados atuais vivem a velocidade de informação
eletrônica que, de certa forma, nivelam o conhecimento de
suas variáveis. O diferencial nas tomadas de decisões
está numa interpretação mais subjetiva de
um volume grande de fatores e que dependem profundamente da capacidade
intuitiva do tomador de decisão.
O
questionamento mais importante diante deste quadro é: como
buscar este equilíbrio físico, emocional e espiritual
dentro deste ciclo que se torna vicioso e alimentado por novas
variáveis a cada dia?
A
insegurança e a fadiga do tráfego diário
se confundem com a ansiedade pelo sucesso e o medo do fracasso.
Esse emaranhado de energias penetra nos valores sociais e familiares,
aumentando as dificuldades de discernimento e interpretação
da realidade de cada um.
Uma
ruptura desse processo é necessária! A quebra de
paradigmas e a busca de uma nova forma de codificar os conhecimentos
do novo homem físico, espiritual, social e com uma visão
global do meio em que vive, apontam para uma nova abordagem, sem
preconceitos e absolutamente integrada nesses conceitos. |